5
June 28, 2007, 6:56 am
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Becky Cloonan, Vasilis Lolos, Fábio ” Mr. nice guy” Moon, Gabriel “malandro agulha” Bá and I did a independent comic book called “5”. We are very happy about it! This is the first comic that we did together, the first of many. I hope you enjoy it, as we are! Check this out at the San Diego Comic Con.

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Bom, já falei que meus amigos e eu fizemos uma HQ. Pois é, grande coisa, mas é ducaralho fazer algo ( e vocês decidem se é bom ou não ). Foi bom pra gente…espero q seja também pra quem se interessar…e que motive muitos, é só fazer…Do it your self ( ditado punk clichê, mas que precisa ser levado bem a sério ).

A “5” surgiu da vontade de fazermos algo juntos, oque, originalmente, era um projeto dos gêmeos Moon & Bá com a Becky e o Vasilis. Fui convidado a fazer parte do time assim que resolvi que iria para a San Diego Comic Con desse ano. Passamos alguns meses trocando idéias em encontros no MSN, e decidimos o que seria nossa HQ independente. Achamos uma ótima maneira de entrelaçarmos os personagens, mas não exatamente as histórias, montamos um blog restrito para nós cinco, para updates e trocar mais idéias ( eu gostaria de deixar o blog com acesso livre para visitações depois de lançarmos a revista, pra quem se interessar em saber como foi o processo, do começo ao fim ).

Como já disse no post anterior, vamos lançar a “5” no HQ Mix, dia 11 de Julho, em São Paulo, e depois dia 25 de Julho, na San Diego Comic Con. Pois é, agora fudeu, temos que vender as 2.000 cópias!

Deixamos 300 revistas na COMIX e essa semana vamos deixar mais 120 com a Devir. Podem mandar e-mails ou ligar, ou entrem em contato com suas lojas de Quadrinhos locais, pois elas negociam ou com a Comix ou com a Devir. E ontem mandamos 800 revistas pra Los Angeles. Café pequeno.

Informações:
Comix: Al Jaú 1998 Cerqueira César SP 01420-002 TEL 11 – 3088-9116/3083-2142 loja@comix.com.br
Devir: Rua Teodureto Souto 642 Cambuci – São Paulo – SP (11) 3347-5703 (pra descobrir uma loja afiliada à Devir próxima da sua casa entre nesta página e digite o seu CEP).

Sorria que o mundo sorrirá com você!

Abraço,

R. Grampá



Chopp com os amigos
June 26, 2007, 7:41 pm
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 É sempre bom juntar os amigos. Dessa vez nós trocamos a mesa de bar para nos juntarmos numa HQ. Fábio, Bá, Becky, Vasilis e eu tomamos um belo porre e estamos todos de ressaca… aquela das boas, que te deixa feliz e satisfeito no outro dia, tipo: Caralho, que puta balada excelente eu fiz ontem!

 

Estamos todos moídos por causa do gás que tivemos que dar para conseguirmos acabar tudo a tempo. Nenhum de nós cinco tínhamos esse tempo livre, estávamos todos atolados de trampo ( e foi por causa disso que dei uma abandonada no blog ), mas mesmo assim arrajamos um tempinho pra “tomar um chopp”.

 

Vamos lançar essa HQ independente, que batizamos de “5”, no HQ MIX, dia 11 de Julho, e depois na San Diego Comic Con.

 Essa semana vamos divulgar a capa e o realese do projeto pra quem tiver curiosidade de saber qualé! Por enquanto vou postando uma página, com uma desculpa de ser um “teaser”…Acho que eu não devia divulgar ainda, mas tudo bem, o mundo continuará o mesmo!

 Abraço,

R. Grampá



cachorros e pombas
June 3, 2007, 5:49 am
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Uma vez minha mãe me acordou cedo, quando eu tinha sete anos, e disse que estávamos atrasados. Ela cheirava a maquiagem. Engoli nescau frio e uma banana e pegamos um ônibus vazio. Era realmente cedo. Não tinha ninguêm na rua, só cachorros e pombas ( pelo menos eu só me lembro deles ). Descemos do ônibus e havia um homem magrelo esperando e sorrindo. Lembro da fumaça de cigarro saindo por entre seus dentes separados. Minha mãe me pediu para que eu fosse com o homem magrelo, e prometeu que ao meio dia nos encontraríamos naquela mesma parada de ônibus. Não me recordo de ter chorado nem nada. Apenas me despedi dela e fui de mãos dadas com o homem magrelo. Entramos numa casa, e lá estava, esparramada num sofá, a Gorda. O homem me pôs numa cadeira, em frente a Gorda e ela começou a me falar um monte de coisas, enquando surrava meu rosto com um pé de galinha ( na verdade não me lembro direito se era um pé de galinha ou uma flor de plástico, mas enfim…). Não me lembro de nada do que ela disse, só da figura dela. Depois ela me deu um suco horrível pra beber e o homem me levou embora. Minha mãe estava na parada de ônibus me esperando, com o rímel borrado de choro. Me abraçou ajoelhada e deu um dinheiro para o homem magrelo, que sorriu fumaça de novo. Pegamos o ônibus de volta para casa. Não vi mais nenhum cachorro nem pomba na rua, só pessoas, todas peladas. A partir desse dia, só enxergo as pessoas assim.

E a Gorda me assombra até hoje.

Abraço,

R. Grampá




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